Que
mané Bruce Lee o quê. O Brasil tem um outro mestre, que está prestes a
conquistar as grandes telas. O nome dele é Manoel
Henrique Pereira, mas a alcunha que o consagrou é Besouro Mangangá, inseto que
não deveria voar, mas voa. E é venenosos, assim como os golpes do maior
capoeirista de todos os tempos, que virou mito no Recôncavo Baiano dos anos 20.
Depois de ler o livro “Feijoada no Paraíso - a saga de Besouro, o capoeira”, de
Marco Carvalho, o diretor João Daniel Tikhomiroff, publicitário que faz sua
estreia na direção de longas, ficou fascinado pelo super-herói brasileiro que
lutava contra as agruras dos senhores de engenho. E para mostrar que Besouro
era mestre de verdade, mestre que avoa, o responsável pelas coreografias das
lutas é Huen Chiu-ku, que já trabalhou em “Kill Bill”, “Matrix” e “O Tigre e o
Dragão”. A trilha-sonora foi produzida por Rica Amabis, do Instituto, e
executada por Nação Zumbi e pelo percussionista Naná Vasconcelos. Sem esquecer
que a música tema é de Gilberto Gil. "Em muitos momentos da minha vida na
Bahia, especialmente na adolescência, eu tive muito contato com pessoas que
tinham a memória do Besouro, principalmente no círculo da capoeira e do samba
de roda", lembra o ex-Ministro da Cultura. "Mas os que mais me
marcaram foram os relatos de dona Canô, mãe de Caetano Veloso, que foi
contemporânea de Besouro, e gostava muito de contar suas histórias".
link
para o trailer:
www.youtube.com/watch?v=FXiob6SamEE
Recent Comments