Que mané Bruce Lee o quê. O Brasil tem um outro mestre, que está prestes a conquistar as grandes telas. O nome dele é Manoel Henrique Pereira, mas a alcunha que o consagrou é Besouro Mangangá, inseto que não deveria voar, mas voa. E é venenosos, assim como os golpes do maior capoeirista de todos os tempos, que virou mito no Recôncavo Baiano dos anos 20. Depois de ler o livro “Feijoada no Paraíso - a saga de Besouro, o capoeira”, de Marco Carvalho, o diretor João Daniel Tikhomiroff, publicitário que faz sua estreia na direção de longas, ficou fascinado pelo super-herói brasileiro que lutava contra as agruras dos senhores de engenho. E para mostrar que Besouro era mestre de verdade, mestre que avoa, o responsável pelas coreografias das lutas é Huen Chiu-ku, que já trabalhou em “Kill Bill”, “Matrix” e “O Tigre e o Dragão”. A trilha-sonora foi produzida por Rica Amabis, do Instituto, e executada por Nação Zumbi e pelo percussionista Naná Vasconcelos. Sem esquecer que a música tema é de Gilberto Gil. "Em muitos momentos da minha vida na Bahia, especialmente na adolescência, eu tive muito contato com pessoas que tinham a memória do Besouro, principalmente no círculo da capoeira e do samba de roda", lembra o ex-Ministro da Cultura. "Mas os que mais me marcaram foram os relatos de dona Canô, mãe de Caetano Veloso, que foi contemporânea de Besouro, e gostava muito de contar suas histórias".
FINALMENTE alguem faz um filme sobre a capoeira. mas pra que essa coisa de chamar oriental pra fazer a coreografia?
Posted by: eduardo | 07/31/2009 at 09:22 PM